Bem Vindo! Aqui poderá encontrar expostas e respondidas questões de outras pessoas e as suas próprias questões sobre Florais de Bach e sua utilização... e alguma que outra reflexão ...

Rita em Flor, bog ou site, é um lugar para cuidar de si desde as emoções. Um lugar para explorar, agradecer e celebrar este dom sagrado que é a vida!

view:  full / summary

Walnut - Ťa quem muda, Deus ajudať

Posted by ana.rita.afonso.rodrigues on April 23, 2016 at 12:00 AM Comments comments (1)

 

Quem não conhece alguém genial, algum sonhador cujos sonhos inspirados parecem querer levar-nos a todos mais longe? Quem não conhece algum visionário, alguém cujo carácter empreendedor, audaz e pouco convencional nos impressiona, um "fora da caixa", que sabe o que quer e como chegar... E no entanto este alguém também se deixa levar pela opinião dos demais, pelas «conjecturas» e chega mesmo a hesitar quanto aos seu propósitos e ao caminho que traçou para si.

A essa pessoa (e a todos nós em geral), o FLORAL DA NOGUEIRA - Walnut - pode ajudar ao impermeabilizar o seu coração intuitivo e vanguardista e o desvincular das vozes inquietantes dos "velhos do Restelo".

Walnut apoia-nos a todos e dá ancoragem, coragem e consistência em processos de mudanças: gravidez, escolarização, casamentos, divórcios, lutos e todas aquelas mudanças e transformações que nos vão acontecendo na vida.

Walnut desata os cordões invisíveis (os temores, as prisões do passado, a influencia dos outros) que nos impedem de avançar para aquilo que nos chama, aquilo que faz sentido na vida. Ele apoia a plasticidade, a impermanência e o fluxo inesperado e maravilhoso que a vida põe à nossa disposição em forma de milhões de possibilidades. Diz-se que «a quem muda, Deus ajuda», possivelmente porque a mudança e o crescimento interior vão muitas vezes de mãos dadas.

O Dr. Bach insere o floral da Nogueira no grupo dos florais destinados a ajudar aqueles que sofrem por ser excessivamente sensíveis a influências e ideias alheias» e descreve a sua ação da seguinte forma: «Para aqueles que têm ideias e ambições convictas na vida e que os perseguem e preenchem, mas que em certas ocasiões se vêem tentando a afastar-se das suas ideias, objetivos e trabalho devido ao entusiasmo, convicções e opiniões dos outros. Este remédio dá consistência e proteção das influências exteriores.»


RED CHESTNUT, Castanheiro Vermelho, a arte de confiar na vida dos outros

Posted by ana.rita.afonso.rodrigues on March 31, 2016 at 6:20 AM Comments comments (0)

«Em qualquer inquietação existe um elemento humano positivo: a solidariedade com o destino dos seus semelhantes e o desejo profundo de que tudo lhes corra bem.

Em circunstâncias naturais e sãs isso significa um tipo de preocupação, contudo, em circunstâncias menos saudáveis,a preocupação pelos demais pode assumir um aspecto patológico.

No primeiro caso, apoiamos os outros de forma eficaz e estamos ao seu lado até onde é possível. Onde deixa de o ser, damo-nos conta das nossas próprias possibilidades e limitações e evitamos deixar-nos afetar pelos problemas dos outros. Intrinsecamente sabemos que, quando a solidariedade em relação aos outros se transforma numa compaixão desamparada, a dor duplica e as perspectivas de melhoria ou sucesso diminuem pela própria projeção no desamparo alheio. Para poder ajudar de forma eficaz, a pessoa não pode ficar ela própria em sofrimento ou dependente da ajuda de terceiros.

No segundo caso, e obviamente de forma inconsciente, a pessoa projecta os seus próprios medos e «males» no destino do outro. Esta forma de preocupação é inútil e carece de sentido, pois não tem a menor consequência positivas sobre o outro, não lhe proporciona ajuda real nem faz desaparecer a sua dor ou dificuldade.

A função principal desta projeção é pois abrir uma via de escape para a dor e a autocompaixão do "preocupado", do "solidário" Red Chestnut, que assim evita a dor de se enfrentar com as suas próprias mentiras perante a vida.

A personalidade Red Chestnut não se baseia apenas na falta de confiança no destino e em «Deus», senão na falta de sinceridade consigo mesmo. Horrorizado de admitir a verdade sobre o seu comportamento, ele vive preocupado com os demais porque ainda não criou a confiança e a entrega corajosa que o mistério da vida requer. Sincerizando-se, ele veria que não vive a sua vida corretamente, que ele próprio criou os temores de que padece, que com eles incomoda e sobrecarrega as suas «vítimas» ( sobretudo os seus filhos); que se imiscui na vida deles e os chega mesmo a contagiar com o seu costume doentio de medo, precaução, desconfiança, falta de entrega e à vontade com a vida.

 

A solução ao problema, está nele mesmo. Não se trata de se convencer por meios racionais de que as suas preocupações são despropositadas, trata-se antes de encontrar e fortalecer uma nova postura perante a vida: confiar na vida, no destino e em «Deus».

Para retomar o seu equilíbrio, Red Chestnut deverá reaprender que a sua vida é uma sucessão ininterrupta de acontecimentos positivos no seu cerne, porque através deles amadurecemos, aprendemos e crescemos, ainda que tenhamos de sofrer.

Deverá por de lado as suas preocupações e expectativas negativas e explorá-las de modo consciente para que se possa ir dando conta do quão despropositadas são! E sobretudo, deverá habituar-se a dizer: Tudo vai correr bem!»

 

adaptado de El Nuevo Manual de la Curación por las Flores de Bach, de Dr. Götz Blome

 

10 diferencas entre os florais e outras terapias complementares

Posted by ana.rita.afonso.rodrigues on November 12, 2013 at 6:45 AM Comments comments (0)

1. Os florais centram-se 100% nas emoções da pessoa e a seleção baseia-se apenas em como te sentes.

2. Os florais não têm nenhum tipo de contra indicação, efeito secundário ou risco de sobredosagem.

3. Os florais podem ser tomados em paralelo com qualquer outro tipo de medicação ou processo terapêutico.4. Os florais são remédios naturais criado para a auto ajuda (mesmo que inicialmente um terapeuta te ensine e oriente na sua utilização).

5. Os florais não eliminam nem substituem problemas ou defeitos, eles fortalecem e equilibram as qualidades de cada emoção ou traço de personalidade.

6. Os florais promovem o empoderamento, a independência e a responsabilidade em quem os procura e o terapeuta floral é apenas um divulgador do sistema floral e um catalizador, um espelho da auto consciência do cliente. Ele estará presente enquanto parecer necessário, depois despede-se com gosto!

7. Os florais em si são uma medicina da Terra e podem ser preparados por qualquer um, estando a informação necessária e os ingredientes para o fazer totalmente disponível.

8. A terapia floral respeita os limites emocionais, psicológicos e de consciência das pessoas, retirando uma a uma as camadas de uma questão, à medida que a pessoa quer, pode e vai se esclarecendo.

9. O efeito dos florais de Bach não está nem procura estar comprovado cientificamente. Para comprovar a sua eficácia basta selecioná-los corretamente e utilizá-los.  

10. Os florais de Bach conservam-se simples e fáceis de entender - fazer, selecionar e preparar- pois o seu objetivo maior é que Todos os seres humanos sem exceção possam servir-se deles livremente.

coisas a fazer todos os dias...pelo nosso bem estar integral

Posted by ana.rita.afonso.rodrigues on October 28, 2013 at 11:10 AM Comments comments (0)

You need Adobe Flash Player to view this content.

...Não, não é sobre Florais de Bach... mas é sobre saber viver, saber levar os momentos com graça, com jeito, com precisão e com foco. Saber ouvir o que se sente e fazer o melhor possível com cada instante do nosso dia a dia...


Selecionar Florais e Podar Arvores...

Posted by ana.rita.afonso.rodrigues on August 27, 2013 at 7:25 PM Comments comments (0)

Escolher remédios dentro do sistema Floral do Dr. Bach é uma tarefa desenhada para ser simples e assertiva. No entanto, quando começamos, amantes, curiosos e terapeutas (eu incluída) a nossa desenvoltura é normalmente menor… a arte de selecionar molda-se inevitavelmente com a prática.

 O que não constitui um problema, no entanto, pode interferir com o resultado final pois o grau de assertividade da mistura de florais selecionada pode ser menor e a eficácia pode ficar de algum modo comprometida. (Recordem contudo que se se enganarem, não faz mal. Não existem efeitos secundários ou nefastos de nenhum tipo. O único que pode acontecer é que os florais preparados não surtam o efeito esperado!)

Deixo-vos aqui uma dica em jeito de metáfora prática, útil como critério para ajudar a discernir sobre em que emoções se deve basear a vossa seleção.

Podar emoções: selecionar florais é como podar árvores!

Imaginem as vossas emoções como uma árvore que vão podar. Talvez saibam tanto de poda como eu, mas quem já teve de se arranjar com um serrote e uma tesoura de podar para tirar uns quantos ramos de uma árvore assoberbada sabe (e quem não sabe imagina!) o trabalho que dá cortar aqui e cortar ali em vão. Mesmo com pouca prática, rapidamente se chega à conclusão que certos ramos “nascem” de outros e que, se cortarmos o ramo do qual nascem aqueles que queremos podar, os outros por consequência, também se eliminam.

Algo parecido acontece com as nossas emoções e estados de espírito: alguns são como ramos principais, outros secundários. Tratem de concentrar a vossa seleção naquelas emoções centrais, que vos parecem claramente ter gerado emoções consequentes, secundárias (mas não necessariamente menos intensas). Não deixando de parte as emoções consequentes sempre que estas forem suficientemente intensas que vos pareçam merecer ser consideradas na preparação de um frasco de tratamento.

Ou seja, tal como podar os ramos na base de toda a ramagem miúda libera a árvore de muito consumo de energia e permite mais luz e melhor gestão de recursos, focar a seleção nas emoções que estão visivelmente na base de um desequilíbrio é por regra mais assertivo e permitirá provavelmente uma recuperar o equilibrio emocional e mental mais rápido.

Atenção! O Dr. Bach ensinou-nos contudo que tratamos sempre do Aqui e Agora, de como nos sentimos Hoje. Por isso, se além das emoções principais, a «ramagem» também nos está a perturbar bastante, deve-se sim selecionar de acordo com essas emoções mais diretas.

Não pretendo afirmar que a melhor seleção é aquela «que vai mais direto ao assunto». Cada situação é única e não existe tal coisa como «a melhor seleção». A intenção é deixar-vos este lembrete para quando tenham 8, 9, 12 ou 15 remédios à vossa frente e não saibam como estreitar a seleção. Boa sorte e bom caminho!

Estamos juntos.

 

O que posso esperar de uma consulta de Florais de Bach?

Posted by ana.rita.afonso.rodrigues on July 8, 2013 at 7:00 PM Comments comments (0)

Uma consulta é um processo de descoberta, reconhecimento, compreensão do ser humano enquanto ser íntegro e com direito à sua própria paisagem de emoções e processos de crescimento e evolução.

Neste processo, acompanho o cliente durante um tempo determinado, durante um trilho do seu percurso. E acompanhar significa alumiar o cliente enquanto este identifica as suas próprias emoções, sobretudo aquelas que mais comprometem a sua realização plena, a sua relação consigo mesmo e com o mundo.

Depois, juntos escolhemos os remédios florais de Bach mais apropriados para a preparação de um frasco de tratamento.

A terapia Floral de Bach -  processo de consulta e remédios florais - é por natureza suave, segura e simples. Pelo que durante o processo jamais será forçado a reconhecer, assumir ou decidir em função de nenhum juízo de valor ou perceção do terapeuta, que se manterá alentando-o de forma neutra e livre de preconceitos.

 Valorizamos a sua natureza individual e a sua relação particular com a vida, no que diz respeito ao comos, quandos e dondes que o universo e você definiram juntos. Reconhecemos o tremendo potencial que esse mistério contém e ele entusiasma-nos mais que nada!

Nenhum ser humano nos parece menor ou menos capaz de se desenvolver do que outro. Temos todo o tempo, paciência, entusiasmo, visão e fé necessárias para descascar a cebola, camada por camada; para ajudar a polir cada ângulo do seu diamante.

Estaremos lá para si, porque acreditamos plenamente no seu potencial sagrado.

 

A arte de Cartografar as paisagens da sua Alma

Posted by ana.rita.afonso.rodrigues on June 18, 2013 at 8:40 PM Comments comments (0)

Um ser humano é um viajante, um explorador, uma consciência em expansão.

Eu gosto de pensar que a alma é como um enorme território, um país por conhecer. A maior aventura, o logro mais silencioso, o orgulho mais sublime (de mim para mim, e aqui entre nós) é dizer que me conheço... é dizer que cada dia me conheço melhor e ainda assim parece que sou inesgotável, um enorme território virgem...

Cartografar a alma é construir a sua própria sabedoria.

Mapear e cartografar o nosso território interior é uma forma de se conhecer, de se fortalecer e de ser detentor de si mesmo. É necessário saber onde se localizam os nossos desertos e oásis, os nossos desterros, escarpas, escombros, montanhas e alcantilados, as nossas selvas, pradarias, campos floridos e solos férteis. A nossa exuberância, a nossa sequia, os nossos mares revoltos e os riachos doces... as nossas noites escuras e auroras boreais.

Também existem paisagens dentro de nós. E conhecê-las é possuí-las, mesmo que sejam áridas, íngremes, pantanosas, primitivas: conhecer-se e possuir-se são duas chaves da saúde e harmonia; requisitos básicos para se estar conectado consigo mesmo, para se amar, se aceitar e poder se transformar.

…penso na minha alma como um lugar geográfico…penso na minha alma como um território simultaneamente percorrido e virgem…sinto-me grande... sinto-me no topo do meu Evereste interior, quando penso em tudo o que percorri nesta caminhada que é também uma dádiva e uma dia a dia. E quando digo sinto-me grande, digo sinto-me grata... É que cartografar-se, conhecer-se, é possuir-se.

 


Rss_feed